Bitmine Immersion Technologies (BMNR) rumo aos 5% de ETH

A empresa agora detém 4,285 milhões de tokens ETH (3,55% da oferta total) e mantém a liderança global como maior carteira institucional de Ethereum. Suas reservas totais somam US$ 10,7 bilhões.

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Guerreiro futurista mira alvo em forma do símbolo do Ethereum, representando a Bitmine (BMNR) e sua estratégia para atingir 5% do ETH global no mercado de criptomoedas.
(Imagem: IA/Invest Esperta EUA)

Se você acompanha o mercado de criptomoedas, prepare-se porque a Bitmine Immersion Technologies (BMNR) acaba de soltar números que confirmam por que ela é a aposta mais ousada do setor cripto neste momento. E não estamos falando de especulação — estamos falando de acumulação estratégica em escala industrial.

Em 2 de fevereiro de 2026, a empresa anunciou que suas reservas atingiram 4.285.125 tokens ETH, avaliados em US$ 2.317 cada (cotação Coinbase). Isso representa 3,55% de toda oferta circulante de Ethereum no mundo. Para contextualizar, a Bitmine já percorreu mais de 70% do caminho rumo à sua meta ambiciosa de alcançar 5% da oferta total de ETH — a chamada “Alquimia dos 5%”. E tudo isso aconteceu em apenas seis meses.

O que está por trás dessa estratégia agressiva?

Enquanto os preços do ETH despencaram de US$ 3.000 para US$ 2.300 no último mês, a Bitmine fez exatamente o oposto do que investidores convencionais fariam, comprou mais. Na última semana, ela adquiriu 41.788 tokens ETH.

Segundo Thomas “Tom” Lee, Presidente Executivo da Bitmine, a queda nos preços não refletem os fundamentos da rede Ethereum. Pelo contrário, as transações diárias bateram recorde histórico de 2,5 milhões, e o número de endereços ativos disparou para 1 milhão em 2026 (dados do theblock.co). Em outras palavras, o uso real do Ethereum está crescendo, mas o preço está caindo. Lee aponta fatores não fundamentais como responsáveis, especialmente a falta de alavancagem no mercado cripto após os eventos de outubro e a migração temporária de capital para metais preciosos.

Staking: a máquina de renda passiva da Bitmine

Além disso, a Bitmine está transformando sua montanha de ETH em um ativo gerador de receita contínua. Atualmente, 2.897.459 ETH estão em staking (US$ 6,7 bilhões), o que representa 67% do total detido pela empresa. Essa é a maior quantidade de ETH em staking no mundo sob controle de uma única entidade.

As recompensas anualizadas de staking já totalizam US$ 188 milhões, com crescimento de 18% apenas na última semana. Quando o ETH da Bitmine estiver totalmente em staking (via MAVAN, sua solução proprietária que será lançada no primeiro trimestre de 2026), as receitas devem alcançar US$ 374 milhões por ano — mais de US$ 1 milhão por dia.

Portanto, não se trata apenas de acumular Ethereum como reserva de valor. A Bitmine está construindo uma operação de renda passiva massiva, sustentada por infraestrutura proprietária e parcerias estratégicas de staking.

O contexto mais amplo: liderança institucional e liquidez

A Bitmine não está sozinha nessa corrida. Ela agora detém a maior carteira institucional de Ethereum do mundo, e a segunda maior carteira cripto global (atrás apenas da Strategy Inc. (NASDAQ: MSTR), que possui 712.647 BTC avaliados em US$ 55 bilhões).

Mas há outro detalhe crucial para investidores, a ação da Bitmine (BMNR) é a 105ª mais negociada nos EUA, com volume médio diário de US$ 1,1 bilhão (média de 5 dias). Isso coloca a empresa à frente de gigantes como Humana e atrás de Schlumberger. Entre 5.704 ações listadas nos EUA, pouquíssimas conseguem essa combinação de liquidez e exposição institucional no setor de criptomoedas.

A empresa também conta com apoio de pesos-pesados do mercado financeiro e cripto como, Cathie Wood (ARK), MOZAYYX, Founders Fund, Bill Miller III, Pantera, Kraken, DCG e Galaxy Digital. Esse suporte institucional valida a tese de que a Bitmine está em posição privilegiada para capitalizar o crescimento do Ethereum nos próximos anos.

Impacto para investidores: o que isso significa para seu portfólio?

Para quem já possui BMNR ou considera entrada, os números revelam uma tese clara, que a empresa está construindo um modelo híbrido entre reserva de tesouraria em cripto e geração de renda recorrente via staking. Com volume diário de US$ 1,1 bilhão, a liquidez da ação permite posicionamento tático sem grandes spreads.

O risco? A volatilidade do ETH impacta diretamente o NAV (valor patrimonial líquido) por ação. Mas a contrapartida é a receita de staking crescente (US$ 188 milhões anualizados) que funciona como colchão em cenários de baixa. Investidores de longo prazo podem ver valor na acumulação agressiva durante quedas, especialmente com fundamentos on-chain fortalecidos.

Contexto regulatório e comparação histórica

Tom Lee traçou paralelo interessante, que a Lei GENIUS e o Projeto Crypto da SEC em 2025 são tão transformadores quanto o fim de Bretton Woods em 1971. Além disso, o ouro caiu 9% em 30 de janeiro — sua quarta maior queda histórica, padrão que anteriormente marcou topos de curto prazo. Lee sugere possível retorno de capital para cripto.

E você, investidor, como enxerga essa aposta bilionária da Bitmine em Ethereum? A queda recente do ETH é uma oportunidade de acumulação ou um sinal de alerta? E mais importante, você acredita que a “Alquimia dos 5%” será alcançada — e o que isso significaria para o mercado de Ethereum como um todo?

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